13 setembro 2008

Nem tão criança

Uma bebida forte
Os azedos e os amargos são os que me saciam
Meu vôo é à beira de um precipício
O escuro e os lugares altos só me desafiam
E caindo sensível e lunática
Daqueles braços, naqueles braços
Aos ventos que se afagam em nós e conosco
Na falta do sentimento juvenil
Dos anseios de mudar o mundo
De ver deus pular corda
O lúdico me excita
Aumenta minha disritmia
Mas acalenta meus prazeres hipocondríacos
Carente de cuidados por só cuidar
Dai-nos medos e haja adrenalina.
Amo os jilós detesto que tenham pena de mim.

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