20 janeiro 2009

Todo amor que houver nessa vida (Cazuza-Frejat)

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós dois, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia...
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotonia...
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio
O mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria...
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti-monotonia...

2 comentários:

Anônimo disse...

parabens....
teu blog é lindo...
inspirador... qro ler td dia pra me inspirar a viver as grandes peripecias q a vida nos remete viver a cd dia....
te doro muitooooooo
gal

Anônimo disse...

vc me inspira
alucina
contamina
será amor
ou recalque
bonito
ou bizarro
com
ou sem...
vai saber, né paty, essa é pra vc...
gostou? será q eu tenho talento?