05 janeiro 2009

Um mortal de Ébano.

Aquele cavanhaque escuro naquela pele negra ,
Lábios benevolentes
Aquelas mãos frias, me diziam o quanto seu corpo é quente
Presença esguia, olhar de comtemplação, corpo que se insinua
Cheiro de homem bom, do bem
Galante até de tênis
Gentil até para brigar
Observa os detalhes
Esbelto no andar
Um Ébano alado
A palma das suas mãos tem a cor abóbara meio cinza
Altamente aluscinante, com as linhas desenhadas de cor marron, meio sangue
As unhas compridas como os dedos
O nariz afilado
Presença que acalma
Olhar que desespera.

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