09 agosto 2017

Meu velho amigo,
Não sofra pelo o que não podes mudar
Aquiete-se no meu ombro
Lembre-se de mim
Esqueça o tabaco
Guarde seu fôlego para o que vale a pena
Nas molduras do seu tempo que eu não vi passar
Suas paredes me contam histórias
Há quanto tempo te guardo na memória
Como o vento que não sabe passar?
Para onde levo o belo anoitecer
O som fugaz da porta ao se fechar
São portões fora dos padrões
São sons ressoando minha insensatez
Perdoe esse coração cansado
Viciado em afago!

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